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Avanço da idade altera o metabolismo; Acupuntura pode ajudar a regulá-lo

As velas do bolo já contam quase 40 e o organismo começa a cobrar o seu preço pelo passar do tempo.  A “barriga de chopp” dos homens e o acúmulo de gordura na região lombar e no abdome das mulheres é um dos primeiros sinais notados. Isso porque, a partir dos 30 anos, o corpo já começa a perder massa muscular pela diminuição dos coeficientes de testosterona, de estrógeno e de hormônio do crescimento estão decrescendo.

“Com algumas décadas nas costas, há perda de músculos e, consequentemente, menos queima de calorias” esclarece a endocrinologista Jordana de Carvalho Veludo. “O organismo fica mais preguiçoso e lento e gasta menos energia para trabalhar. Ao comer sem moderação, o que for gula se transformará em gordura. Quanto maior a idade, mais as mitocôndrias envelhecem e menor é a capacidade do organismo em metabolizar gorduras”,  completa.

Segundo Dr. Fábio Roza, médico acupunturista da clínica Itapevacupuntura, a medicina tradicional chinesa explica que essa diminuição do metabolismo tem relação também com a diminuição da energia, principalmente dos rins. “A Acupuntura pode tratar esta condição, tornando essa diminuição mais lenta”, garante.

Obesidade

O sinal de alerta é ainda maior quando essa lentidão do metabolismo vem acompanhada de obesidade, pois ela pode acarretar uma série de doenças, como hipertensão arterial, diabetes mellitus, dislipidemias, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral (AVC), problemas na coluna e osteoartrose, entre outros.

Para a endocrinologista Jordana,  a alimentação tem um papel fundamental na manutenção de peso adequado. “Aumentar o consumo de frutas, verduras, legumes crus e cereais integrais são essenciais para o emagrecimento. Além disso, criar o hábito de comer mais vezes ao dia em pequena quantidade vai estimular o metabolismo a gastar mais energia e, consequentemente, incitar a perda de gordura”, diz.

Há casos, no entanto, em que mesmo seguindo a regra de ouro “boa dieta e exercício físico”, o paciente e não consegue manter o peso.  Nada de culpar os hormônios: procure um médico de confiança para descobrir as causas. “É preciso investigar, mas só cerca de 5% dos casos de obesidade são decorrentes de alterações hormonais”, alerta Fábio.